quinta-feira, abril 28, 2011
Reflexões a Partir do Comentário Sobre o Vídeo.
sábado, março 27, 2010
Fatax x Nietzsche x Dan Brown - A Morte de Deus
Deus morreu. Sim, Deus morreu e Nietzsche me contou.
QUANDO NIETZSCHE me contou ele CHOROU.
Certo dia estava passeando por ai pela noite fora do corpo quando me encontrei com Friendrich Nietzsche.
Lá estava também Dan Brown.
Paramos e conversamos.
- Deus morreu! Nietzsche me contou e logo depois que me contou ele chorou. - Eu disse.
- Deus não morreu. Ele sempre existiu e sempre existirá. Ele é o coletivo de todas as consciências. A junção disso tudo. Nós somos deuses. Pois na Bíblia fala que Deus fez o homem a sua imagem e semelhança. - Disse Dan Brown e continuou - Apoteose é a palavra que significa literalmente “transformação divina” o homem que se torna deus. Vem do grego antigo apo, que significa “tornar-se”, e theos, deus. -
- Deus morreu sim. - Interrompeu Nietzche. - Como pode Deus existir se existem tantas pessoas passando fome e sofrendo no mundo? Se Deus existisse ele não deixaria isso acontecer. Como pode Deus existir se existe tanta injustiça? O quão irresponsável seria Deus pra deixar isso? A crença em Deus é apenas uma necessidade das pessoas de escapar de seus medos. Quando elas estão com medo elas acham que "Deus" vai protegê-las e assim aliviam seus medos. -
- Eu sei que Deus é a figura paterna que continua nas pessoas mesmo depois que elas perdem o pai. - Eu disse.
- Como algumas crianças acreditam em Papai Noel. Ele é uma espécie de pai tb que dá os presentes. Só que esse foi contado que era mentira. Mesmo Deus tendo morrido as pessoas vão continuar acreditando nele e achando que ele ainda existe. - Disse Nietzsche.
- Ou se existir, isso deve ser um símbolo perdido pelo homem. - Eu disse à Dan Brown.
- Deus não existe. - Disse Nietzsche.
- Daqui a pouco vc vai dizer tb que o homem está solitário no universo... - Eu disse à Nietzsche.
- Pelo contrário. Existem milhões da galáxias como a nossa com bilhões de planetas como a Terra. A Terra é como uma poeira no universo e não tem nada de especial em relação aos outros planetas medíocres com seres ordinários como o homem e os outros animais. Mas Deus não existe mais. - Afirmou Nietzche. - Ele morreu! -
- Se Deus morreu então, por favor, me diga. Quem matou Deus? - Disse Dan Brown.
- Eu estava passando outro dia na rua quando vi. Foi um homem alto de olhos azuis e cabelo castanho. - Disse Nietzsche.
- Mas esse homem é um assassino! Temos que procurá-lo e acabar com ele! Qual o nome dele? - Eu disse.
- Tenho medo de falar e receber repreensões por isso. - Disse Nietzsche.
- FALE!!! - Gritamos eu e Dan Brown.
- Eu posso até falar, mas vcs não podem falar que fui eu que falei. É segredo! A pessoa que matou Deus eu vi. Vestia uma camisa de manga comprida com uma calça esporte e seu nome era Adão. -
- Como assim? O primeiro homem que veio a Terra matou o seu criador! Isso é uma barbaridade! A criação matou o criador! - Eu disse.
- Veja bem Fatax. - Disse Dan Brown. - Como o meu personagem Robert Langdon, vou decodificar o que o Nietzsche está falando. Pois ele está falando em códigos. Ele está usando uma metáfora. Adão, vem da palavra Adam. Adam vem do hebreu que quer dizer homem. Adam significa homem. Que é literalmente “aquele que foi formado do chão”. Nietzsche está falando que o homem matou Deus. Nós matamos Deus! -
- Como assim nós matamos Deus? Se isso for verdade que tamanho grande castigo nós mereceríamos? E não seria isso tb uma metáfora da Bíblia, mano Brown? - Eu disse.
- Não sei pq não fui eu que escrevi os textos da Bíblia antes do rei Constantino de Roma reuni-los. A Bíblia é o livro mais cheio de códigos que já existiu na face da Terra. - Disse Dan Brown.
- O castigo é feito até hoje. Nós somos castigados todo dia pela nossa própria consciência. - Disse Nietzsche.
- De fato o homem matou Deus se Jesus era Deus. - Disse Dan Brown.
- Se nós somos castigados pela nossa própria consciência, que é Deus como pode nós mesmos termos matado Deus e ser castigados por ele próprio? - Eu disse à Nietzsche.
- Quem disse que Deus é a consciência coletiva dos homens foi Dan Brown, não eu. Ele na verdade parece concordar comigo que Deus não existe mais com essas palavras! -
- A consciência coletiva do homem é que é na verdade Deus. E esse é o grande segredo. Quem compreende isso é capaz de ter não só grandes fortunas quanto qualquer coisa que quiser. - Disse Dan Brown.
- Deus morreu e a consciência coletiva do homem não existe mais. O homem matou Deus quando deixou de amar ao próximo e com isso consequentemente a si, ao deixar as pessoas morrerem de fome e sofrerem. O homem foi o grande assassino de Deus! E com isso ele está matando a si mesmo também! - Finalizou Nietzsche.
sexta-feira, março 26, 2010
Teoria da Hiper-Relatividade e Hiper-Tempo
Vcs conhecem a Teoria da Hiper-Relatividade?
Não???
Claro. Eu ainda não a contei a ninguém!
Pois vou contar a vcs em primeira mão a Teoria da Hiper-Relatividade...
Para entender essa teoria vamos primeiro entender a Teoria da Realatividade.
De acordo com Albert Einstein, na Teoria da Relatividade tudo é relativo. Inclusive o espaço e o tempo.
Se uma pessoa se aproximar em alguma espécie de nave a velocidade da luz, se ela tiver um relógio, o quanto mais próximo da velocidade da luz ela chegar mais lento o ponteiro do relógio vai andar. E se ela chegar a velocidade da luz esse relógio irá ficar parado. Se essa pessoa ultrapassar a velocidade da luz essa pessoa vai viajar no tempo para o futuro. Pois a luz é ponto de referência que mede o espaço/tempo.
Se, por exemplo, uma pessoa que tiver um irmão gêmeo viajar para o espaço e ficar lá 10 anos quando ela voltar ela só vai ter envelhecido o tempo que ela ficou mas o irmão gêmeo dela terá envelhecido muito mais pois os 10 anos lá no espaço foram equivalente a uns 30 anos aqui na Terra.
E em outros planetas o tempo passa diferente tb. Mais rapido ou mais devagar se passam os dias e noites de acordo com a dimenção do planeta, seu espaço e a gravidade.
Pois tudo é relativo. Até o tempo.
Uma vez perguntaram a Einstein sobre a Teoria da Relatividade e ele respondeu:
Se um homem senta do lado de uma mulher bonita durante uma hora, essa uma hora pra ele passou um minuto. Mas se esse mesmo homem senta em uma chapa quente durante um minuto, esse minuto pra ele passou como uma hora. Isso é relatividade.
Pois bem, se segundo a Teoria da Relatividade, tudo é relativo inclusive o tempo.
Na Teoria da Hiper-Relativiade o teórico (leia-se eu) diz que a hiper-realidade influencia na percepção de tempo em que nos temos em nossa mente fazendo com que por causa dos elementos tecnológicas do mundo pós moderno que aparecem para ocupar nosso tempo nós fazemos uma hiper-realidade do tempo fazendo uma hiper-relatividade do tempo. O tempo torna-se para nós então um hiper-tempo. Pois o tempo começa a passar de forma mais rápida para nós, do que ele realmente passa. Pois são tantas coisas para ocupar o nosso tempo que nós não percebemos o tempo passar. Isso é hiper-relatividade.
Vou dar um exemplo de hiper-relatividade.
Se vc espera em uma fila gigante do banco para fazer um pagamento ou algo assim essa fila demora horas e vc fica querendo com que sua vez chegue logo e ela parece não chegar nunca.
Mas se vc pega o seu aparelho de celular e faz uma realidade aumentada em forma de jogar algum jogo no celular ou conversar no msn com seus amigos pelo celular essa hora passa em poucos minutos e vc quase perde a vez de fazer o pagamento pois o hiper-tempo passou de forma diferente do tempo e vc não percebeu o tempo passando e a sua vez sendo chamada. A hiper-realatividade então é auxiliada geralmente por objetos que fazem realidade virtual, realidade aumentada ou realidade misturada.
E é isso que vem acontecendo nos dias de hoje. Antigamente quando não existia internet nem nada desse tipo o tempo parecia passar de forma devagar e um ano demorava muito pra passar.
Hoje em dia com jogos, internet, celular e mais um monte de coisas reais pra fazer e se ocupar, estamos ocupados o tempo todo e quando menos esperamos o ano já está acabando. É como se fossemos ao espaço como na história dos irmãos gêmeos enquanto estamos nos divertindo com coisas de realidade virtual. Pois a nossa ilusão faz com que nós não percebemos o tempo passar. Faz-se então na nossa cabeça o hiper-tempo.
A hiper-relatividade é quando percebemos de forma diferente qualquer coisa do mundo real como o tempo, por causa de uma ilusão em que criamos em nossa mente, causado por elementos de realidade virtual, realidade aumentada ou realidade misturada. Como jogos de video game, jogos de celular, internet, etc.
O ano para nós passa muito mais rápido hoje em dia do que antigamente por causa da hiper-relatividade.
Dedico essa teoria ao professor Klaus Rabello da ESPM Rio pelo apoio.
O Hiper-Tempo
quinta-feira, março 25, 2010
O Sapo e a Hiper-Realidade
quarta-feira, março 24, 2010
Hiper-Realidade - Uma introdução ao tema
terça-feira, março 23, 2010
Os Bezerros de Ouro da Atualidade
O Bezerro de Ouro da época de Moisés foi um episódio em que quando Moisés subiu ao Monte Sinai pra conversar com Deus, os hebreus estavam adorando um outro deus. Uma estátua de um Bezerro de Ouro que não era deus nenhum e não tinha nenhum valor religioso.
Moisés então se enfureceu e jogou as placas dos dez mandamentos no chão.
No marketing e no mundo mercadológico de hoje em dia chamamos de Bezerro de Ouro todas as marcas que não tem valor nenhum mas que as pessoas endeusam essas marcas por causa do marketing e da publicidade como se elas tivessem um enorme valor.
Mas segue o meu pensamento...
Não seriam todas as marcas na verdade um grande Bezerro de Ouro? E o nosso próprio Deus outro Bezerro de Ouro?
Não quero entrar na discussão religiosa e prefiro me manter no assunto acadêmico. Vou só discursar sobre as marcas. Pois eu acredito em uma verdade natural da singularidade do universo e essa verdade eu chamo de Deus. Que é diferente do Deus da Bíblia. É algo parecido com a Força de Star Wars, mas não exatamente isso. E não é nenhum Bezerro de Ouro. Mas o que eu acredito sobre isso não vem ao caso, pois não é assunto acadêmico.
Porém no aspecto mercadológico eu acredito que todas as marcas são na verdade um Bezerro de Ouro!
Se todas as marcas não fossem um Bezerro de Ouro marcas que antes eram consideradas fortes como a GM não iam quebrar com uma simples crise.
E o que posso falar de marcas como a Varig? Que não tem nenhum avião. Tinha uma divida gigante e mesmo assim foi vendida por milhões? Ia sair muito mais barato começar uma empresa do zero, sem dividas e alugar novos aviões... Mas não teria o poder da marca. O que prova que a Varig é na verdade outro grande Bezerro de Ouro.
E o que é melhor? Ter a marca da Coca-cola sem o refrigerante ou o refrigerante sem a marca e poder comercializá-lo? Eu sem duvida optaria pela marca da Coca-cola e comercializar outro refrigerante.
Mas pra mim todas essas marcas são Bezerros de Ouros que colocamos em nossas mentes.
Acredito eu. Sem exceções... Quiçá o próprio Deus.
Adoração ao Bezerro de Ouro - Nicolas Poussim
segunda-feira, março 22, 2010
O Código da Vinci
O Código da Vinci é um dos livros mais bem escritos que eu já li em minha vida. Vendeu mais de 25 milhões de cópias.
No mundo de hoje, os livros vêm perdendo popularidade por causa da internet, jogos de vídeo game etc.
Seu autor Dan Brown conseguiu o que parecia impossível. Milhões de pessoas saíram da internet, de seus blogs, jogos etc no mundo inteiro e pararam para ler o livro.
Uma das receitas do sucesso é que todo mundo adora uma conspiração.
Vi o filme depois de ter lido o livro. E achei o filme muito ruim. Uma das piores obras de Hollywood. Quem leu o livro e viu o filme achou que os códigos estavam mal explicados e quem não leu o livro e viu o filme não entendeu. Mas geralmente os livros são melhores que os filmes mesmo por causa da riqueza de detalhes.
O Código da Vinci é uma verdadeira obra, como uma peça de teatro, e o convite para essa peça é comprar o livro e encher ainda mais os bolsos de Dan Brown.
O livro fala de coisas como que Jesus se casou com Maria Madalena (aquela prostituta que ele salvou de pessoas que queriam apedrejar), teve filhos e que sua linhagem de descendentes estaria viva entre nós até hoje. Que ela não foi prostituta e seriam protegidos por uma sociedade secreta chamada Priorado de Sião no qual pertenceram pessoas como Leonardo da Vinci, Isaac Newton e Victor Hugo.
O Priorado de Sião tinha o seu próprio exercito que eram os Cavaleiros Templários. Que protegiam o Santo Graal. O Santo Graal era o cálice que continha o sangue de Jesus. Mas no livro isso era apenas um código para o tumulo de Maria Madalena. Que diz no livro que foi achado pelos Cavaleiros Templários na igreja do rei Salomão e que por isso a Igreja Católica deu a eles dinheiro e poder para não revelar esse segredo.
Diz que Da Vinci passou isso em códigos e escondeu mensagens secretas em suas obras. Como, por exemplo, no quadro A Ultima Ceia em que o discípulo João, do lado de Jesus, aparece com fisionomias afeminadas. Olhando ele com Jesus formam a letra Me seria na verdade Maria Madalena.

O livro é escrito como ficção. Mas há quem diga que as coisas que o livro fala são verdade e que o autor só colocou como ficção pra não receber processos.
Quando li o livro fiquei tão intrigado como todas as coisas faziam sentido no livro e se encaixavam que fui procurar documentários sobre o livro pra buscar a verdade.
O autor mistura verdade com ficção ai fica meio difícil saber onde acaba um e começa o outro.
Vamos ao que é fato e o que é mentira no livro. Segundo os documentários Da Vinci Decodificado da Dyscovery Channel e O Codigo da Vinci Revelado da National Geografic.
A Igreja católica ficou realmente abalada com a popularidade do livro. FATO.
Os Cavaleiros Templários fizeram o primeiro banco e isso fez com que eles ganhassem muito dinheiro e poder que despertou a inveja até do rei Felipe IV da França. FATO.
O Priorado de Sião realmente existiu. MENTIRA. Isso foi um plano de um homem chamado Pierre Plantard, aparentemente louco e megalomaníaco para tentar provar que era descendente de Jesus e se tornar rei da França. Pois ele fez uma árvore genealógica unindo a família dos Merovíngios à Jesus e colocou o nome dele como descendente dos Merovíngios. Pois a família dos Merovíngios foi a família real da França na época dos Francos. O Priorado de Sião só existiu na cabeça dele.
Os Cavaleiros Templários foram mortos em uma cilada do rei Felipe IV da França que conspirou com o Papa Clemente V pq tinha inveja deles acusando-os de heresia por adorar um demônio e os condenou matando-os em uma fogueira em uma sexta feira 13. FATO. E por isso que a sexta feira 13 é conhecia até hoje como o dia do azar. A imagem que eles adoravam era de Baphomet que não era um demônio. Dizem que os Cavaleiros Templários que sobraram continuaram existindo como uma sociedade secreta e fundaram a Maçonaria. Mas isso ninguém sabe se é verdade ou não.
Maria Madalena na verdade não foi prostituta. FATO. Isso não aparece em nenhum lugar na Bíblia dizendo que ela foi prostituta. E provavelmente foi uma das discipulas de Jesus. a Igreja Católica que a colocou como prostituta para tentar reduzir a importância da mulher na época e não se consertou desse erro até hoje.
O Opus Dei é um grupo extremista da Igreja Católica que agride ao próprio corpo em rituais de fanatismo e dão boa parte de seu patrimônio ao Opus Dei. FATO.
Leonardo da Vinci inventou o críptex. Aquele dispositivo que vc coloca uma senha pra abrir e proteger papiros secretos. E se a senha for colocada errada e alguém tentar abrir o dispositivo ele libera vinagre e o vinagre faz o papiro se dissolver imediatamente acabando assim com o documento secreto mantendo os segredos a salvo do inimigo. MENTIRA. O vinagre não dissolve papiro segundo os testes do documentário da Discovery. E o criptex realmente é uma grande invenção, na imaginação de alguém. Mas não do Leonardo. Pois os escritos do Leonardo da invenção do criptex não existem. E o livro todo se baseia nisso.
Foi provado que outras coisas que o autor fala no livro são mentiras. Os evangelhos apócrifos, por exemplo, além de terem sido escritos em uma época muito posterior a de Cristo, foi escrito em copto, uma língua do Egito antigo, não em aramaico como diz no Código Da Vinci. E está rasgado justo na parte em que ia dizer onde Jesus a beijava. As coisas que falam só fazem sentido quando se lê o livro. A capela de Roslyn não se encontra na Linha Rosa (que segundo o livro leva a localização do Santo Graal) e Roslyn não quer dizer rosa.
Ainda tem uma estória que aconteceu em uma cidadezinha no sul da França chamada Rennes-les-Chateau. Segundo a lenda em 1885 um padre chamado Berenger Saunière achou na igreja local uns pergaminhos secretos e logo depois ele enriqueceu misteriosamente. Essa igreja foi batizada de Maria Madalena e diz a lenda que o Vaticano teria pago a ele um dinheiro absurdo para ele não revelar algum segredo. Mas na verdade a cidade era um local que tinha poucos turistas e ele inventou essa estória pra atrair turistas e assim faturar com as missas que ele rezava. Pois esse padre era pago para rezar missas. Ele realmente ganhou muito dinheiro. Mas seu dinheiro veio das missas que ele rezava. Pois foi comprovado que ele era chamado pra rezar mais missas do que as que ele poderia rezar. E o fato é que depois dessa estória o numero de turistas na cidade começaou a aumentar absurdamente.
Então a estória de Jesus ter deixado descendentes é possível mas não é provável.
O problema é que as pessoas esquecem que o livro é de ficção e começam a acreditar no livro. Mas é uma boa estória para se ler nas férias.
Entretanto, se você acredita em Peter Pan ou duendes, então você pode acreditar que Jesus se casou com Maria Madalena.
sábado, março 20, 2010
Principado de Sealand
